"Navegue por seus sonhos, mas tenha um porto seguro. Finque suas raízes em solo fértil que lhe garanta bons frutos no futuro." - G. Nobio.

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4 de novembro de 2008

A Caminho da Casa Branca


Toda vez que vejo, pela TV, cartazes fazendo propaganda da chapa Obama Biden não há como não me recordar de um dos homens mais procurados do mundo; que será a pedra no sapato do senador Barack, caso ele seja eleito presidente da nação mais influente do planeta. O nome do desafeto mais anti-americano de todos os tempos você já deve ter deduzido que é o terrorista Osama Bin Laden – admirado por muitos que dizem odiar Tio Sam, mas vestem jeans, adoram hot dog e acham o Halloween legal! O clima de mudança – mote da campanha democrata – que sopra ventos de esperança e reprovação nos Estados Unidos é bem parecido com aquele que passou pelo Brasil em 2002, quando um ex-torneiro mecânico chamado Luís Inácio “Lula” da Silva ascendeu à presidência da República. A diferença é que (lá) agora o candidato é um homem negro tentando eleger-se num país gigantesco onde o racismo é declarado, onde ninguém é obrigado a votar e onde o sistema eleitoral é atrasado e complexo. Disputa difícil, você diria. Então some a isso a nebulosa crise financeira que assola a imponente América do Norte – refletindo, mesmo que de maneira discreta, em outros países. Saindo vencedor dessa batalha de gigantes, Barack Obama – e seu vice Joseph Biden – terá uma responsabilidade enorme em suas mãos (a batata é quente), talvez até maior do que a do desastrado Bush. Saber dialogar e negociar (bem) será fundamental para melhorar a imagem da grande potência perante os olhos do resto do mundo, assim como suas delicadas relações exteriores. Arrogância no more. Há quem diga que nada mudará em relação à política externa e que as melhorias serão única e exclusivamente internas. Bom para eles, pior para nós (não se esqueça que somos dependentes, pelo menos nas questões comerciais). Só o tempo poderá dizer o que vai acontecer. Se músicos são realmente inclinados à idéia de “mudar as coisas” – de acordo com declaração dada pelo candidato democrata à revista Rolling StoneObama pode estar no caminho certo, pois é apoiado por diversos artistas do meio musical que vêem nele alguém com o toque especial para compor a união e reparar erros gravíssimos cometidos pela gestão de um certo George W.

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