"Navegue por seus sonhos, mas tenha um porto seguro. Finque suas raízes em solo fértil que lhe garanta bons frutos no futuro." - G. Nobio.

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22 de setembro de 2014

Predestinados e Perdidos

#Lost10Anos | Embora uma das séries mais emblemáticas da TV mundial tenha ido ao ar pela primeira vez em 22 de setembro de 2004, eu só tive a oportunidade de começar a assisti-la no início de 2006, através da Rede Globo (nas madrugadas após o Programa do Jô). 

Tenho boas lembranças dessa época! Era início de um relacionamento que evoluiu para um namoro de 5 anos. Ela [a moça] e eu ficamos viciados na trama que começou com a 'queda do voo Oceanic 815 numa ilha desconhecida'. 

Nosso caso, na verdade, virou um "triângulo amoroso", pois quando saíamos, o papo girava em torno dos 'predestinados perdidos' e do mistério daquele lugar lindo e paradisíaco. A tal ilha desconhecida chama-se Oahu, no Hawaii, que serviu de locação para a série durante 6 temporadas. Duas incógnitas permaneceram na cabeça dos fãs durante um bom tempo: o que um urso polar fazia numa ilha tropical e o que era aquela entidade que ficou conhecida como monstro da fumaça

Os autores dizem que nem tudo estava planejado no início, mas eu DUVIDO com todas as letras maiúsculas. Certamente, eles traçaram uma linha da mitologia 'lostiana' e já tinham em mente como seriam os desdobramentos e o fim. Confesso que detestei a sexta temporada, chata demais. Nada me faz acreditar que aquela linha temporal alternativa realmente existiu. 

Na minha opinião, era um delírio do Jack depois da bomba ter explodido e viajado no tempo (até hoje isso é meio confuso). Mas tudo bem, originalmente a série dá a entender que realmente havia uma "realidade paralela". Poderiam muito bem ter evitado tanto lenga-lenga encerrando a história na quarta temporada. 

Mas independente disso, sou fã da série por ela tratar de temas que me interessam, como ciência e filosofia. Lost foi tão marcante que até me inspirou a estudar Meio Ambiente e a definir isso como profissão, além de estimular um pensamento ecológico que já permeava meu subconsciente desde criança. Dada a complexidade que era produzir e realizar um programa que envolvia uma grande equipe técnica, coordenação de atores, construção de cenários, movimentação planejada e transporte de equipamentos, também me interessei por logística.

[Andar na kombi da Iniciativa Dharma e explorar aquela ilha deve ser demais! rsrsrs ► http://www.youtube.com/watch?v=p4zrTwjrP7s]. 

Vale a pena ver de novo: a introdução do bróder Desmond (um dos melhores personagens da série junto com Ben Linus) e a história do velho/jovem Richard e do navio Black Rock

"Não me diga o que eu não posso fazer. Mesmo que eu não possa." John Locke (personagem homônimo do filósofo inglês).

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